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03

Feb

O infeliz machismo inerente a “Sofia”
Rousseau, como a maioria dos pensadores de sua época, pensava a frente de seu tempo, mas mantinha um costume extremamente mesquinho e antiquado: O Machismo. Em “Émile” (Emílio ou Da Educação) o livro V trata da vida conjugal e amorosa de Emílio.
(…) “A razão das mulheres é uma razão prática, que faz com que elas encontrem muito habilmente os meios de alcançar um fim conhecido, mas não as faz descobrir esse fim.”(…) Emílio, Livro V, pág. 521.
Assim, tem início a incômoda posição da mulher na sociedade conjugal e parece não ser nenhum exagero afirmar que, por isso, sua condição será a de inferioridade com relação ao homem. Quem determina e estabelece os fins é o homem, pois somente ele pode vê-los. A mulher, por sua vez, entra com sua habilidade para realizá-los, mas não pode discordar sobre o que é proposto, pois ela não consegue enxergá-los. Como negar que, com isso, resta-lhe tão somente servir ao homem? Na realidade, são essas as bases que irão orientar a educação feminina ou a de Sofia, a futura esposa de Emílio. Como o homem e a mulher são diferentes e essas diferenças não são apenas superficiais, decorre que a educação deles não pode nem deve ser a mesma.
Um sexo não é melhor que o outro, por isso, não cabe de modo algum compará-los ou tentar melhorar um, forçando-o a seguir as características próprias do outro. A mulher deve ser preparada para ser mulher e o homem, para ser homem independente da correlação (conjugal ou não) que terão um para com o outro.

O infeliz machismo inerente a “Sofia”

Rousseau, como a maioria dos pensadores de sua época, pensava a frente de seu tempo, mas mantinha um costume extremamente mesquinho e antiquado: O Machismo. Em “Émile” (Emílio ou Da Educação) o livro V trata da vida conjugal e amorosa de Emílio.

(…) “A razão das mulheres é uma razão prática, que faz com que elas encontrem muito habilmente os meios de alcançar um fim conhecido, mas não as faz descobrir esse fim.”(…) Emílio, Livro V, pág. 521.

Assim, tem início a incômoda posição da mulher na sociedade conjugal e parece não ser nenhum exagero afirmar que, por isso, sua condição será a de inferioridade com relação ao homem. Quem determina e estabelece os fins é o homem, pois somente ele pode vê-los. A mulher, por sua vez, entra com sua habilidade para realizá-los, mas não pode discordar sobre o que é proposto, pois ela não consegue enxergá-los. Como negar que, com isso, resta-lhe tão somente servir ao homem? Na realidade, são essas as bases que irão orientar a educação feminina ou a de Sofia, a futura esposa de Emílio. Como o homem e a mulher são diferentes e essas diferenças não são apenas superficiais, decorre que a educação deles não pode nem deve ser a mesma.

Um sexo não é melhor que o outro, por isso, não cabe de modo algum compará-los ou tentar melhorar um, forçando-o a seguir as características próprias do outro. A mulher deve ser preparada para ser mulher e o homem, para ser homem independente da correlação (conjugal ou não) que terão um para com o outro.

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Música “Um Rei e o Zé”, Apanhador Só.

Fala sobre pensar diferente e ser independente e o quão longe tais virtudes nos levam. “Individualidade e Independência”, extremamente dentre o âmbito de Rousseau.

"Émile"

Tu nascestes bom e correto por natureza
E te tornastes mal por influencia das redondezas

Os sussuros gélido e austero o acertaram com tirania
e fizeram-no sentir-se um tolo aquém de qualquer regalia

Eis que surge a filosofia a iluminar ideais
Rousseau descobre então um pensamento que satisfaz

Se a Educação é a base de toda sociedade
Comecemos por ela a mudar a relidade

Uma infância livre de quem lhes impunha
Buscando a autonomia que desde já se supunha

A juventude repleta de saber e individualidade
Respeitando a diferença que a cada um lhe cabe

Sofia, mulher, consegue me ouvir?
Veja toda essa liberdade que nos trouxe até aqui

"Educação", servindo de alento a nossa vida
Que por sua própria razão poderá ser conduzida.


Autora: Danielle C. de Miranda Rodrigues

Quem foi Rousseau?

Bem no início do “Contrato Social”, Rousseau afirma que “o homem nasce livre, e por toda a parte encontra-se a ferros”. Discutindo esse fato, o filósofo criou uma das obras fundamentais da filosofia política ocidental.Jean-Jacques Rousseau perdeu a mãe ao nascer e foi educado por um pastor protestante na cidade de Bossey (Suíça). Voltou para Genebra e ali exerceu vários ofícios, entre eles o de gravador. Foi ainda professor de música em Lausanne (também na Suíça).Tornando-se amante de madame de Warens, viveu com ela em Chambery (França) até 1740.Em 1742, estabeleceu-se em Paris, onde fez amizade com os filósofos iluministas (os chamados “philosophes”), entre os quais estavam Diderot e Condillac. Colaborou na “Enciclopédia” (coordenada por Diderot), escrevendo diversos verbetes. Ainda em Paris, uniu-se a Thérèse Levasseur, com quem viveu muitos anos.Em 1749, a Academia de Dijon propôs um prêmio para quem respondesse à seguinte questão: “O estabelecimento das ciências e das artes terá contribuído para aprimorar os costumes?” Em consequência do que ele mesmo considerou uma iluminação, Rousseau escreveu o “Discurso Sobre as Ciências e as Artes”, tratando já da maioria dos temas importantes em sua filosofia e respondendo negativamente àquela pergunta. Em julho do ano seguinte, recebeu o primeiro prêmio: uma medalha de ouro e 300 libras francesas.Com a publicação dessa obra, Rousseau conquistou reconhecimento. Seguiram-se anos de grande atividade reflexiva. Em 1755, publicou-se o “Discurso Sobre a Origem da Desigualdade Entre os Homens”. Em 1761, veio à luz “A Nova Heloísa”, romance epistolar que obteve grande sucesso. No ano seguinte, saíram duas de suas obras mais importantes: o ensaio “Do Contrato Social” e o tratado pedagógico “Emílio, ou da Educação”.Em 1762, Rousseau foi perseguido por conta de suas obras, consideradas ofensivas à moral e à religião, e obrigado a exilar-se em Neuchâtel (Suíça). Três anos depois, partiu para a Inglaterra, a convite do filósofo David Hume.Retornando para a França em 1767, casou-se finalmente com Thérèse Levasseur.Além de escritor e filósofo, Rousseau foi um apaixonado por música. Estudou teoria musical, escreveu duas óperas (“As Musas Galantes” e “O Adivinho da Aldeia”) e publicou um “Dicionário de Música”.Em seus últimos anos, viveu sob a proteção do marquês de Girardin, no castelo de Ermenonville, na França. Em 1776, publicou experiências, reflexões e sensações no livro “Os Devaneios de um Caminhante Solitário”.Ao morrer, Jean-Jacques Rousseau deixou vasta obra, cujo valor vem sendo permanentemente redescoberto. Suas últimas experiências estão registradas nas “Confissões”, obra publicada postumamente.


Bibliografia: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u420.jhtm

Quem foi Rousseau?

Bem no início do “Contrato Social”, Rousseau afirma que “o homem nasce livre, e por toda a parte encontra-se a ferros”. Discutindo esse fato, o filósofo criou uma das obras fundamentais da filosofia política ocidental.

Jean-Jacques Rousseau perdeu a mãe ao nascer e foi educado por um pastor protestante na cidade de Bossey (Suíça). Voltou para Genebra e ali exerceu vários ofícios, entre eles o de gravador. Foi ainda professor de música em Lausanne (também na Suíça).

Tornando-se amante de madame de Warens, viveu com ela em Chambery (França) até 1740.

Em 1742, estabeleceu-se em Paris, onde fez amizade com os filósofos iluministas (os chamados “philosophes”), entre os quais estavam Diderot e Condillac. Colaborou na “Enciclopédia” (coordenada por Diderot), escrevendo diversos verbetes. Ainda em Paris, uniu-se a Thérèse Levasseur, com quem viveu muitos anos.

Em 1749, a Academia de Dijon propôs um prêmio para quem respondesse à seguinte questão: “O estabelecimento das ciências e das artes terá contribuído para aprimorar os costumes?” Em consequência do que ele mesmo considerou uma iluminação, Rousseau escreveu o “Discurso Sobre as Ciências e as Artes”, tratando já da maioria dos temas importantes em sua filosofia e respondendo negativamente àquela pergunta. Em julho do ano seguinte, recebeu o primeiro prêmio: uma medalha de ouro e 300 libras francesas.

Com a publicação dessa obra, Rousseau conquistou reconhecimento. Seguiram-se anos de grande atividade reflexiva. Em 1755, publicou-se o “Discurso Sobre a Origem da Desigualdade Entre os Homens”. Em 1761, veio à luz “A Nova Heloísa”, romance epistolar que obteve grande sucesso. No ano seguinte, saíram duas de suas obras mais importantes: o ensaio “Do Contrato Social” e o tratado pedagógico “Emílio, ou da Educação”.

Em 1762, Rousseau foi perseguido por conta de suas obras, consideradas ofensivas à moral e à religião, e obrigado a exilar-se em Neuchâtel (Suíça). Três anos depois, partiu para a Inglaterra, a convite do filósofo David Hume.

Retornando para a França em 1767, casou-se finalmente com Thérèse Levasseur.

Além de escritor e filósofo, Rousseau foi um apaixonado por música. Estudou teoria musical, escreveu duas óperas (“As Musas Galantes” e “O Adivinho da Aldeia”) e publicou um “Dicionário de Música”.

Em seus últimos anos, viveu sob a proteção do marquês de Girardin, no castelo de Ermenonville, na França. Em 1776, publicou experiências, reflexões e sensações no livro “Os Devaneios de um Caminhante Solitário”.

Ao morrer, Jean-Jacques Rousseau deixou vasta obra, cujo valor vem sendo permanentemente redescoberto. Suas últimas experiências estão registradas nas “Confissões”, obra publicada postumamente.

Bibliografia: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u420.jhtm

"Partimos do pressuposto que a criança vem ao mundo com tendências inatas, algumas dessas tendências podemos dizer positivas, que vão até aos dons espetaculares e, outras tendências que precisam ser, diríamos, lapidadas. Este pressuposto nos diz que a criança possui uma gama de características que são comuns ao Seres Humanos, coletivas, mas que outras, porém, são singulares e estritamente individuais. Assim é que é Ser Humano."

"A teoria do bom selvagem", de J. J. Rosseau surgiu em 1755, e diz que o homem por natureza é  bom, nasceu livre, mas sua maldade advém da sociedade que em  sua presunçosa organização não só permite, mas impõem a servidão, a  escravidão, a tirania e inúmeras outras leis que privilegiam as elites  dominantes em detrimento dos mais fracos firmando assim a  desigualdade entre os homens, enquanto seres que vivem em sociedade.  Desta forma Rousseau faz uma crítica objetiva contra a sociedade  moderna e um grito de alerta sobre a exploração do homem pelo proprio  homem, desta forma privilegiando o ter em desfavor do ser.


Bibliografia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bom_selvagem

"A teoria do bom selvagem", de J. J. Rosseau surgiu em 1755, e diz que o homem por natureza é bom, nasceu livre, mas sua maldade advém da sociedade que em sua presunçosa organização não só permite, mas impõem a servidão, a escravidão, a tirania e inúmeras outras leis que privilegiam as elites dominantes em detrimento dos mais fracos firmando assim a desigualdade entre os homens, enquanto seres que vivem em sociedade. Desta forma Rousseau faz uma crítica objetiva contra a sociedade moderna e um grito de alerta sobre a exploração do homem pelo proprio homem, desta forma privilegiando o ter em desfavor do ser.

Bibliografia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bom_selvagem

"Rousseau e as Novas Idéias sobre a Educação"

É possível imaginar a “Educação do Futuro”?!

Poucos são os temas como a mesma importância que a Educação; pois é dela que depende, em grande parte, o futuro do homem e do mundo. Dependem da Educação, a oportunidade de uma sociedade mais avançada, democrática, correta e humana, um mundo mais racional e unido. Dependem de uma boa Educação, enfim, o desenvolvimento da riqueza, tanto intelectual quanto econômica . A Educação, se bem compreendida, constitui a pedra angular do novo milênio.

E é isso que devemos almejar: Uma nova Educação, de inovação e liberdade.

A educação de Emílio implica na formação  de um homem livre, que incita o respeito pela liberdade  da criança.De acordo com Rousseau, a criança em sua infância deve dispor de total  liberdade física e no decorrer de seu crescimento deverá descobrir e  conquistar a liberdade interior. O educador deverá auxiliar a criança nesse processo, mantê-la afastada dos perigos da sociedade e  conservando-a na sua bondade original. “Assim, Emílio só terá por  companheiro de infância um preceptor que nada lhe ensina e o faz  encontrar tudo, descobrir, inventar”. No entanto, não se deve  tratar a criança como um adulto, sendo assim, deve-se permitir que esta sinta, pense  e aja como uma criança. É este o princípio de sua teoria da educação  progressiva, que auxilia o desenvolvimento das voações que surgem  com o crescimento.Serve pois essa teoria, para formar verdadeiramente a criança, porque  segundo Rousseau, os demais “procuram sempre o homem, na criança,  sem pensarem no que ela é, antes de se tornar homem”. Até aos 12 anos, a educação sentimental deverá prevalecer diante à educação de  caráter intelectual, pois de acordo com Rousseau, “é mais importante a  prática de bons atos do que a aquisição de grandes conhecimentos, seja  através de livros, seja através de lições”.
Alguns principais fundamentos estão presentes na teoria proposta por Rousseau para a educação moderna: a descoberta de  conhecimentos através do contato direto com a vida e o ensino prático.
O que chama atenção é o fato do único livro que “se permite a Émile  na sua educação é o Robison Crusoe de Daniel Defoe, o qual nele mesmo  demonstra o caminho no qual o caráter amadurece em harmonia com a  natureza se a engenhosidade natural é permitida trabalhar desimpedida da  corrupção da sociedade”.
Em resumo, o “Emílio não passa de um tratado sobre a  bondade original do homem e destina-se a demonstrar como o vício e o  erro – estranhos à sua constituição – se introduzem nele, vindos do  exterior, e o alteram insensivelmente”(Rousseau). O objectivo de Emílio é  “formar um homem livre; e o verdadeiro amor pelas crianças…”.
Emílio vai além de uma leitura obrigatória para âmbito de Pedagogia, ela deve ser conhecida em sociedade (educadores, pais, alunos, etc) pois cima de tudo, ela é uma lição de vida.


Resumo baseado no texto de Miranda em, http://labutar.wordpress.com/2006/07/04/emilio-de-jean-jacques-rousseau/
Bibliografia:
ROUSSEAU, Jean-Jacques (1990). Emílio. Mem Martins: Publicações Europa-América. ISBN: 972-1-02937-8. Número de páginas: 229

A educação de Emílio implica na formação de um homem livre, que incita o respeito pela liberdade da criança.
De acordo com Rousseau, a criança em sua infância deve dispor de total liberdade física e no decorrer de seu crescimento deverá descobrir e conquistar a liberdade interior. O educador deverá auxiliar a criança nesse processo, mantê-la afastada dos perigos da sociedade e conservando-a na sua bondade original. “Assim, Emílio só terá por companheiro de infância um preceptor que nada lhe ensina e o faz encontrar tudo, descobrir, inventar”. No entanto, não se deve tratar a criança como um adulto, sendo assim, deve-se permitir que esta sinta, pense e aja como uma criança. É este o princípio de sua teoria da educação progressiva, que auxilia o desenvolvimento das voações que surgem com o crescimento.
Serve pois essa teoria, para formar verdadeiramente a criança, porque segundo Rousseau, os demais “procuram sempre o homem, na criança, sem pensarem no que ela é, antes de se tornar homem”.
Até aos 12 anos, a educação sentimental deverá prevalecer diante à educação de caráter intelectual, pois de acordo com Rousseau, “é mais importante a prática de bons atos do que a aquisição de grandes conhecimentos, seja através de livros, seja através de lições”.

Alguns principais fundamentos estão presentes na teoria proposta por Rousseau para a educação moderna: a descoberta de conhecimentos através do contato direto com a vida e o ensino prático.

O que chama atenção é o fato do único livro que “se permite a Émile na sua educação é o Robison Crusoe de Daniel Defoe, o qual nele mesmo demonstra o caminho no qual o caráter amadurece em harmonia com a natureza se a engenhosidade natural é permitida trabalhar desimpedida da corrupção da sociedade”.

Em resumo, o “Emílio não passa de um tratado sobre a bondade original do homem e destina-se a demonstrar como o vício e o erro – estranhos à sua constituição – se introduzem nele, vindos do exterior, e o alteram insensivelmente”(Rousseau). O objectivo de Emílio é “formar um homem livre; e o verdadeiro amor pelas crianças…”.

Emílio vai além de uma leitura obrigatória para âmbito de Pedagogia, ela deve ser conhecida em sociedade (educadores, pais, alunos, etc) pois cima de tudo, ela é uma lição de vida.

Resumo baseado no texto de Miranda em, http://labutar.wordpress.com/2006/07/04/emilio-de-jean-jacques-rousseau/

Bibliografia:

ROUSSEAU, Jean-Jacques (1990). Emílio. Mem Martins: Publicações Europa-América. ISBN: 972-1-02937-8. Número de páginas: 229